João Bénard da Costa’s Johnny Guitar: play it again, in eleven tongues (updated)

À pala de Walsh

INTRODUÇÃO

A minha introdução soará estranha aos amantes da razão. Coordenei a tradução deste artigo de João Bénard da Costa sobre Johnny Guitar (1954), aquele que era e será sempre o filme da sua vida – se o seu filme da vida vive porque é eterno, Bénard viverá com ele, por ele. Contudo, nesta breve introdução, começarei já por discordar dele. Bénard da Costa diz que o filme foi estreado pelo seu realizador Nicholas Ray, quando este tinha 42 anos. Não concordo: já no distante ano de 1954, Johnny Guitar pertencia a Bénard, tinha ele 19 anos. Para quem testemunhou, directa ou indirectamente, o seu amor por cada fotograma, cada décor, cada recanto, cada linha de diálogo, cada olhar, cada pistola, cada explosão de cor e emoção, cada acorde de Johnny Guitar, não pode haver dúvida, mesmo caindo na deselegância de contradizer aqui o pai da nossa cinefilia, de que Nicholas Ray pode…

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